quinta-feira, 9 de junho de 2011

Rocambole Light

Ingredientes
500g de peito de peru moído
200g de queijo ricota
1 ovo 
1 cebola grande ralada 
1 cebola pequena em rodela
1 cenoura grande ralada
1 maço grande de espinafre
250ml de caldo de carne ou legumes
Cominho e sal a gosto

                                                                                    Modo de fazer

Tempere o peito de peru com cominho e sal.
Em seguida, acrescente o ovo, a cebola e a cenoura raladas. Misture bem.
Abra a carne em um pedaço de filme de PVC. Recheie com uma camada grande de espinafre e distribua o queijo ricota em pedaços ou em farelo. Enrole a carne com o auxílio do plástico. Transfira o rolo de carne para uma assadeira e acrescente a cebola pequena em rodelas.   Regue com a metade do caldo de carne e cubra com papel alumínio. Leve ao forno por 40 minutos, 425F. Após esse tempo, retire o papel alumínio e regue mais uma vez com a outra metade do caldo de carne. Deixe por mais 20 minutos no forno ate o rocambole ficar dourado.



Dica 1: Antes de retirar o rocambole do PVC e transferi-lo para a assadeira, sugiro que deixe antes no congelador por uns 15 minutos. Dessa maneira, o rocambole não se desmanchara na hora que você estiver tentando tira-lo do PVC.

2: Prefiro usar caldo de legumes ou carne natural pois esses podem conter menos sódio que os comprados em caixinha. 
3: Carne vermelha e de peito de frango moídas são boas como base desse prato também. 
                           

        Bon Appetit

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quando dois querem, dois amam.


Fulana,

vou falar e você repete como mantra, certo?
Quando um homem quer:

- te cUmer;
- te cumer e te levar pro cinema;
- te cumer e  te conhecer melhor;
- te cumer e te namorar;
- te cumer e casar contigo;
- te cumer e ser teu amigo;
- ser teu amigo;
- te cumer e te cumer ou, na pior das hipóteses, cumer a tua amiga...

Ele vai te ligar, ele vai te procurar, ele vai encontrar um jeito de chegar até você.

 Caso ele ou  você não queiram, os dois não amam, certo?

 Bem simples.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mesa para o backyard Before e Depois

Eu gosto de criar e reinventar coisas. Gosto de reaproveitar e pensar em métodos do fazer mas nunca pratiquei o quanto gostaria. Lembro vagamente de ter montado uma estante de livros quando morei num apartamento pequeno. Encomendei a madeira e o tijolo ecológico. Bem cara de cidade litorânea.
Há dois meses, minha sogra estava se desfazendo de uma mesa. Fiquei olhando e tentando adivinhar o ano que ela tinha sido comprada. O estilo bem oitentinha não me permitiu errar: ferro dourado, tecido de veludo em algum tom de marrom cor de bufa. Ahh, tinha botões tambem. Oitentona mesmo! O vidro da mesa não tinha um arranhão sequer e o acolchoado estava perfeito. Decidi! Levo pra casa. Mas o que fazer com ela?
Outras ocupações chegaram e larguei as possíveis ideias  num canto esperando pela minha disposição. Enquanto isso, fui pesquisando na internet mil maneiras de reformar cadeiras, comprando algumas ferramentas básicas e depois de umas semanas, comecei a reinventa-la:

- desparafusei o recosto e o acento da base das cadeiras;
- aspirei e escovei ambos;
- lixei todas as partes de ferro retirando qualquer rastro de ferrugem;
 - pintei com tinta em spray;
 - preguei tecido nas partes acochoadas e
 - remontei tudo de novo. Pronto!


A mesa que foi comprada em 1987 para uma dining room ficou com cara de mesa nova para o backyard. Embora o acabamento não esteja perfeito, eu fiquei feliz com o resultado. Como disse um amigo, " é legal olhar para algo na nossa casa com a cara da gente." Comprado pronto ou feito por nós!
O valor de uma mesa para backyard custa em torno de $450,00 a $856,00 nas lojas que pesquisamos. O valor da nossa ficou $100 fechadinho contando com as ferramentas básicas que não tínhamos e que vamos usar sempre. Custou quase meu dedo indicador também. Detalhes em seguida. rs


E o que ou quem me inspirou para a missão impossível? Margaretss! Margaret é uma figura que conheci no mundo virtual, comecei a ler o blogue dela e não parei mais. Além de trabalhar com desenvolvimento, manutenção de websites e customização de blogs, ela inventa uma coisa nova todo dia, repagina coisas e sai colorindo tudo. Mexe com tinta, tecido, madeira, o diabo a 4 e, sempre com unhas impecáveis. E os pés também. rs Coisas de Gênia.

iOJO! Cuidado com grampeador de tapeceiro, por favor.  Isso  é quase um matador em série. Literalmente. rs


Se você tem um móvel em sua casa que não curte mais, sugiro que você... pegue o telefone correndo e ligue para 555-666-7777. Pego o voo e cobro barato. hihihi tomisentindo!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Vou ali. Volto logo.

                                                          Fonte




sábado, 21 de maio de 2011

Falando de adornos

Fonte: Google Image 
                                                                         
Um dia desses, recebi de um amigo o endereço de um sítio virtual que mostrava o trabalho em joias de um designer. Trabalho interessante o desse rapaz. (Jewelry - Otto Jakob) Fiquei entretida observando as peças por um bom tempo. Não precisava entender sobre arte em joias para perceber a minuciosidade com que foi elaborada cada uma, as arrojadas principalmente.
Travel with us
Não sou apreciadora de joias, não as conheço e nunca tive vontade de tê-las. O que pode me atrair, ocasionalmente, é a arte que pode ser revelada nelas.
Há quem diga que joia expressa um estilo e gosto pessoal. Outros dizem que, usada como adorno corporal, simboliza ostentação à riqueza. E ainda há os que digam que elas podem ter uma representação importante na tradição de família.
Qualquer que tenha sido a representação das joias, elas sempre fizeram parte da história do homem. A História da Arte está aí para contá-la (o que se sabe até então).       

Semana passada, eu estava lendo um artigo sobre mitologia grega e não sei como cheguei a um que falava sobre o uso de joias desde a pré-história aos dias atuais. Artigo muito interessante por sinal.  (ModaSpot.com) Em outros campos, nos quais as artes se manifestaram, as joias também foram instrumentos para expressar e registrar épocas. Na Idade Média, por exemplo, como a influência religiosa foi grande, toda a simbologia cristã aparece em vários campos, como na Pintura, Literatura e Arquitetura. Essa tendência tambem apareceu na joalharia. Santos, escapulários e anjos eram desenhos muito comuns impressos nas joias nesta epoca. 
Cada material, formato, cor, desenho e técnica usada na elaboração desses ornamentos conta a história de um período numa determinada região. Embora as joias tivessem representações distintas, o que é predominante em grande parte dos períodos é o seu uso como símbolo de segregação social. Falando ainda das joias na Idade Média, elas eram atributos de status, revelando classes sociais, pois somente o Clero e a Nobreza gozavam do seu uso. E acho que o "Clero" continua usando seus anéis reluzentes cravados de símbolos que resistem a séculos, tanto quanto os tetos de seus altares reverenciando um God in gold maciço. 
Nos dias atuais, a Índia produz uma inacreditável diversidade de joias, o que faz do trabalho dos ourives indianos um labor “sagrado”  considerado por essa sociedade que aprecia a qualidade e a técnica por eles utilizadas. Lá, a joia tem várias representações, desde a religiosa à de adorno corporal, além de ter a função de identificar os estratos da sociedade.                     Brilho Bijoux          

Falando ainda desse acessório, como símbolo de poder, em algumas regiões da África, entre o século XVIII e XIX, os metais não exportados eram usados na criação de joias para os chefes de tribos e somente eles podiam usá-las.  
E a simbologia da Nobreza continua... aquela tiara de diamantes Cartier que a moça candidata ao posto de princesa da Inglaterra usou na tal cerimônia real diz muito do que joia ainda representa na sociedade ocidental. Ainda ontem, estava lendo uma resenha sobre esse evento. (Com que roupa) Ela sugere um possível significado para cada traje e ornamento usado pelos protagonistas do "big" evento. Desde o vestido da noiva, que, segundo o  autor, foi uma demonstração pública da sobriedade da monarquia em tempos de crise, à farda vermelha do noivo, destacando o poder e a força masculina. Não poderia faltar, claro, o traje amarelo da tal rainha, enfatizando a realeza e triunfo. Tá, entendi!

De ouro, osso, couro ou diamante, os ornamentos fazem parte da história humana, seja por manifestação cultural ou não.
O modo como nos apresentamos fisicamente talvez seja um reflexo de como queiramos que o mundo nos veja e compreenda. Sendo assim, podemos ser, relativamente, uma imagem que diz.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Yakimeshi


Eu nem sei quando e como começou essa minha paixão por comida oriental mas com certeza, tem se intensificado durante os últimos doze meses. E gosto por diferentes motivos.
Primeiro de todos, agrada o meu paladar. Depois, sempre tenho a sensação de que estou comendo saudável e não preciso comer igual uma desajuizada para me sentir satisfeita e, os outros motivos estão mais relacionados com a apreciação do ritual  na preparação de cada prato, o significado de cada ingrediente e porque o prato está arrumado de um jeito e não de outro. Enfim, coisas que a gente vai se interessando a partir da curiosidade que vem junto com o desejo de comer.
Um casal de amigos fanáticos pela cultura japonesa, tem instigado demasiadamente essa gula em mim e não conformada somente em sair para comer, eu tenho a pretensão de tentar fazer em casa também.



Um dos vícios aqui na cozinha é o Yakimeshi que é basicamente arroz frito com uma turminha  de vegetais cortados em tirinhas ou cubinhos, carne vermelha, camarão ou  frango. É um acompanhamento mas eu sirvo como principal. Embora eu considere um prato fácil de fazer, sei que existe uma técnica toda especial na elaboração mas essas são coisas que a gente vai descobrindo com o tempo. (Algum oriental/ocidental especialista ae se habilita?)
Não se sabe ao certo a origem desse prato mas ao perguntar a uma colega chinesa se esse era de algum canto da China, ela disse um NAO como se eu estivesse perguntado se argentinos e brasileiros se amam, o que me levou a desconfiar que talvez seja de origem japonesa. Então foi ai que me disseram que China e Japão não batem os bicos. rs O.K. Vamos lá:

Ingredientes que usei:


2 xícaras de arroz branco cozido sem sal de um dia para o outro (se for unidos venceremos, ainda melhor);
1 cenoura grande picada e em tirinhas;
1 pimentão vermelho em cubinhos;
Raminhos de broto de feijão;
Raminhos de brócolis cortados em lamina;
3 ovos;
2 peitos de frango cozido e cortados em cubos
Shoyo;
Vinagre de arroz;
Um fio fininho de óleo para fritar.

O passo a passo rapidinho:

Frigideira grande com óleo bem quente. Na sequência,  fritei as verduras e os ovos batidos. Reservei os ovos. Em seguida, adicionei o frango e o arroz. Pinguei um pouco de vinagre de arroz e de shoyo. Montei  e
Tá no Prato!


iOJO!1 Eu gosto muito da Argentina e dos argentinos;
         2 Já fiz Yakimeshi somente com vegetais e adorei o resultado também;
         3 Coma ate se sentir 80% satisfeito. (Proverbio japonês) (:


 Itadakimasu (Agradeço à pessoa que preparou esta comida.)




Adoro esse cara!